Wardruna encerra Beats of Pompeii 2025: espiritualidade nórdica e sons ancestrais no anfiteatro romano

Para a apresentação final do festival BOP 2025, o Anfiteatro de Pompeia receberá o grupo norueguês Wardruna, mundialmente conhecido por sua música ancestral e espiritual com um toque neofolk. Suas atmosferas sombrias e evocativas remetem a sons medievais e tradições nórdicas. Seu concerto é uma jornada emocional pelo ritual e pela natureza, onde cada nota ressoa como um chamado às raízes mais profundas da humanidade. O anfiteatro, com sua aura histórica, será o cenário perfeito para uma experiência única, onde música e espiritualidade se misturam em harmonia atemporal.
Wardruna, entre o mito e a natureza: o novo álbum "Birna" ao vivo no Anfiteatro de Pompéia
Wardruna, pioneiros da música folclórica norueguesa com um toque ritualístico e evocativo, se apresentará no Anfiteatro Pompeu para um concerto único no sul da Itália, que mistura espiritualidade, música e memória ancestral. A escolha deste sítio arqueológico não é coincidência: a banda estava ansiosa para se apresentar neste lugar repleto de história, mitos antigos e influências arcaicas que ressoam perfeitamente com a essência de seu projeto sonoro.
Formada em 2003 por Einar "Kvitrafn" Selvik, a Wardruna se consolidou como uma autêntica exploradora das raízes culturais nórdicas, por meio de uma abordagem musical que entrelaça instrumentos nórdicos tradicionais, letras em nórdico antigo e atmosferas carregadas de simbolismo. Sua linguagem artística transcende o gênero, baseando-se no conhecimento esotérico e espiritual do norte da Europa e transformando-o em uma experiência sonora contemporânea.
Durante o show ao vivo, a banda apresentará Birna, seu novo álbum nascido da profunda reflexão de Selvik sobre a interconexão entre humanos, natureza e animais. Um trabalho conceitual que explora a relação ancestral entre humanos e o urso, uma criatura totêmica que simboliza força e mistério. "Birna" é uma jornada espiritual através do tempo e do espaço, um chamado à natureza selvagem que sobrevive dentro e ao redor de nós, e que o Wardruna transmite com o poder visual e sonoro que os tornou únicos no cenário internacional.
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